domingo, 8 de novembro de 2015

Videogames, fazem bem ou mal ?

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Game velho, ou game novo ? Qual é o melhor?




 Recentemente tenho jogado muito Castlevania Order of Ecclesia no meu DS. E tenho me divertido pacas! Tenho a disposição muitos videogames para me divertir e um deles é o PS4. Mas sinceramente, to perdendo o tesão por jogos atuais... Não que eles sejam ruins, mas eles não me empolgam... De todos os jogos épicos que joguei nele, a maior parte deles está disponível na geração passada! The Last of us, por exemplo, foi uma experiência e tanto, mas é jogo "velho" pois é de 14 de junho 2013, quase 3 anos atrás. Destiny também foi muito bom o pouco que joguei, mas também está disponível para PS3 e X360. O único jogo de nova geração que joguei e achei realmente bom foi The Witcher 3, pois o resto está muito abaixo da média.  Então eu me pergunto vale mesmo a pena ter um PS4 ? 
  Mas bom eu já estou mudando de assunto, o ponto aqui é jogos antigos ou jogos novos quais são os melhores ? Vamos pegar como exemplo a série  Pokemon. Para mim os melhores Pokemon são os remakes  Fire Red e Leaf Green. Agora me pergunte o porquê. Porque nos Pokemons X e Y, parece que a série está desgastada, e eles colocam até pokemon com forma de chave, a criatividade dos produtores já está no seu limite, e nunca temos uma história que valha a pena acompanhar. Não que o Leaf Gren e o Fire Red tenham, mas para sua época são excelentes jogos ! O estilo de arte, somado a uma trilha sonora, e, a presença de apenas 151 pokemons, já faz deles para mim games superiores. 
  Agora voltando ao meu querido Castlevania Order of Ecclesia, estes dias me emocionei durante uma batalha com um dos chefes do game. Subindo a torre de um farol, perseguido por um caranguejo gigante, em uma feroz batalha, onde no seu desfecho me encontro com um elevador acima da minha cabeça, com seu fundo cheio de espinhos. Logo já descubro o que fazer! Subo através de uma pequena abertura do lado o elevador, então aciono a descida rápida do elevador, que vai de encontro ao meu perseguidor fazendo com que seu corpo seja destruído à medida que chego ao primeiro piso! Toda essa emoção proporcionada por um game em 2D, e com a ajuda da minha imaginação.  
Caranguejo do cão !
  Então ligo o PS4 e vou jogar qualquer jogo... Não sinto a mesma coisa. Talvez estes gráficos super trabalhados, limitam minha imaginação a perspectiva dos produtores, que só estão preocupados com a beleza das texturas e o faturamento dos jogos.


  Bom na minha humilde opinião os jogos antigos são melhores. Mas isso também tem explicação, pois quando pegamos jogos antigos para jogar, jogamos apenas o que tinha de melhor naquela época, e, o melhor contra o mediano dos dias de hoje, não é uma disputa justa! Com toda certeza teremos jogos incríveis sendo lançados nos dias de hoje, mas por enquanto trombei em poucos deles!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

The Witcher 3 Wild Hunt - Vale R$230,00 ?

 
 Depois de muito hipe, e ouvir o povo falando tanto de The Witcher 3 resolvi dar uma chance e comprei o jogo. Bom este foi o jogo mais caro que já comprei até hoje, peguei a mídia física, bonita com mapa, embalagem, manual, CD com trilha sonora do jogo e um compendio com uma breve introdução ao mundo de The Witcher, e só pela carta de agradecimento dos produtores de The Witcher que acompanha o game já me senti comovido, e pensei que pelo menos por todo esforço e esmero que tiveram com este conjunto de itens já valeu ao menos umas 50 pratas. Só tenho uma critica a fazer quanto a qualidade da fabricação do disco de blueray, imagino que minha copia foi uma das poucas que veio com uma aparência incomoda na parte de baixo, pensei que o jogo nem ia funcionar, mas por sorte ele funcionou bem e até hoje não apresentou nenhum defeito.
  Agora, na hora de começar a jogar que vi que valeu mais umas 30 pratas pelos gráficos do jogo que realmente dão inicio a nova geração. É possível ver detalhes como a malha de aço da armadura de Geralt elo por elo muito bem construída, com uma riqueza de detalhes e com uma harmonia que nunca vi em um jogo de videogame, florestas, animais, folhagem tudo parece estar vivo, mudanças de climas em tempo real, a barba de Geralt crescendo em tempo real, é realmente um espetáculo para os olhos.
 
  O que valeu mais 50 pratas foi a jogabilidade, The Witcher 3 apresenta um combate no estilo hack and slash, ou seja; pancadaria em tempo real, mas não pense que vai ser só saindo apertando um botão que tudo vai ficar bem não, os combates de The Witcher 3 são baseados no conhecimento das criaturas daquele mundo, e cada monstro tem um jeito de agir e um jeito certo de se derrotar, o que torna tudo muito divertido. Mas o game não se limita só a combates e exploração de cenários, também temos corridas de cavalos, e Gwent. Ah Gwent, que jogo de cartas maravilhoso que chega a ser tão bom quanto Hearthstone, e poderia até mesmo ser um jogo à parte de The Witcher de tão bem trabalhado que é. Não vou me aprofundar muito no Gwent mas ele por si só já vale mais 50 pratas.
 
 Agora para encerrar, gostaria de dizer que a estória que é apresentada em The Witcher 3 vale as 50 pratas restantes, toda missão secundária tem uma estória interessante a ser contada, com uma riqueza em detalhes que te faz imergir profundamente naquele mundo, sem contar que podemos ter experiências completamente diferentes de nossos amigos que estão jogando o game, pois cada decisão sua muda completamente o destino do jogo.
  Portanto se me perguntarem se The Witcher 3 vale R$230,00 eu respondo com toda certeza que sim, vale R$230,00.


terça-feira, 2 de junho de 2015

Koi no Uso - Recomendação de mangá

 Koi no Uso

 Ola pessoal ! Hoje estou trazendo uma recomendação de mangá, o mangá de hoje é o Koi no Uso, e agora vou falar  porque ele me chamou atenção, e, porque vale muito a pena acompanhar. 
 Koi no Uso é uma obra de Tsumugi Musawo, tem como gênero o romance e slice of life (parte da vida) ou seja é uma estória bem próxima da realidade, geralmente um autor desse tipo de gênero coloca alguma das suas próprias experiências de vida na sua obra, ou usa experiências de vida de pessoas bem próximas, o que torna a estória bem mais interessante em alguns casos, e Koi no Uso é um destes casos.
 Para começar gostaria de lembrar à vocês a situação atual do Japão, em que a taxa de natalidade cai a cada dia que passa, e o índice de suicídio só aumenta, o que gera um quadro preocupante para o governo Japonês e seu povo. Bom, Koi no Uso usa esse plano de fundo como base, para um possível futuro daquele povo, em que as pessoas ao completar 16 anos são indicadas para um futuro casamento, com um par escolhido à partir de vários testes psicológicos e genéticos, para manter uma taxa de natalidade estável e o povo japonês não desaparecer. É dentro deste cenário que conhecemos o nosso protagonista que tem aquele amor de tipico de infância, e quando está perto de completar 16 anos, se declara para este amor, e por sorte é correspondido, porém a sorte não dura muito e logo após se declarar e ter os sentimentos aceitos ele recebe uma carta do governo indicando o seu par, sua noiva e futura mulher não é a que ele se declarou. Dai começa uma estória engraçada e romântica, que ao contrario de Nisekoi que a estoria nunca anda, e o protagonista Ichijou não se decide, nem progride com nenhuma das heroínas, Koi no Uso tem um ritmo de desenvolvimento bem rápido e equilibrado, e as respostas das personagens realmente me surpreendem, mesmo naqueles momentos em que estou esperando um clichê, o autor me surpreende. Fora isso a arte desse mangá está bem acima da média, o que mais me agradou foi o tamanho dos olhos das personagens e a beleza de todos os desenhos, parece uma mistura de características de desenho shoujo com desenho shonen.
 Finalizando, Koi no Uso é simplesmente imperdível para quem gosta de uma boa comédia romântica e nem vou colocar notas abaixo, pois para mim até agora no capítulo 40 o mangá esta sendo 10/10.